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17 jul 2020/ ASCOM

SigSaúde realiza seu 4º Workshop para apresentação dos desenvolvimentos da plataforma

A coordenação da Sistema Integrado de Serviços de Saúde (SigSaúde) realizou na semana passada o seu 4º Workshop, reunindo, em uma videoconferência, cerca de 100 participantes, entre docentes e servidores técnico-administrativos da área de Saúde da UFRN.

O encontro teve como objetivo apresentar os avanços no desenvolvimento da plataforma – que deve estar com todas as suas funcionalidades implementadas até o final do ano – e dar início a uma discussão sobre o uso futuro dos dados reunidos no sistema para fins de pesquisas acadêmica.

Desenvolvido no âmbito do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), o Projeto SigSaúde tem como objetivo principal desenvolver uma plataforma computacional de dados clínicos voltada para otimização dos fluxos de trabalhos e integração de informações nos serviços de saúde da UFRN.

Módulos

Três módulos da plataforma tiveram suas melhorias e características demonstradas no 4º Workshop. Um deles foi o Módulo de Profissional de Saúde, cujas funcionalidades estão relacionadas ao acesso à plataforma pelos técnicos da área. Esse módulo já estava em funcionamento e passou por melhorias recentes.

Outro foi o de Atendimento de Prontuário Eletrônico. Segundo explica o coordenador do SigSaúde, o professor Itamir Barroca Filho, o módulo já havia sido desenvolvido em formato de protótipo e, depois de discussões com os profissionais de saúde, ganhou evoluções, que foram apresentadas durante o workshop.

“Nesse caso, temos a principal funcionalidade geral do sistema, que é a informatização do prontuário, com diversos tipos de informações, como agendamentos, procedimentos de saúde, exames, acompanhamento da evolução do paciente, dentre outras”, conta o coordenador.

O Módulo Acadêmico foi o terceiro apresentado. Ele foi criado, dentre outras aplicações, para permitir o registro dos atendimentos realizados pelos estudantes da área de saúde sob a supervisão de docentes.

Comitê de Ética

A segunda parte do workshop contou uma apresentação do Comitê de Ética em Pesquisa da UFRN. Durante a explanação, foi explicado como se dão as etapas das pesquisas em saúde, a importância da legislação que regula essa atividade e o próprio funcionamento do Comitê.

As informações estão relacionadas ao SigSaúde na medida em que se prevê que as pesquisas na área deverão fazer uso da plataforma em um futuro próximo. “Esse debate é fundamental para proporcionar a discussão dos parâmetros de como deverão ser utilizados dados de saúde contidos no sistema para fins de pesquisas científicas”, diz Itamir Barroca.

O coordenador ressalva, no entanto, que só quem tem acesso aos dados de prontuários são os profissionais de saúde que lidam diretamente com os pacientes, e que o uso de tais informações para fins de pesquisa sempre depende de solicitação e concedimento individual dos mesmos. “O dono do prontuário é o paciente”, destaca ele.

Para assegurar o sigilo do prontuário, o SigSaúde já possui uma série de mecanismos de segurança que incluem criptografia, autenticação e autorização. “Isso tudo é muito importante para a garantia de questões éticas e de privacidade dos dados dos pacientes”, afirma Itamir Barroca.

 

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